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MOLEQUE

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O filme MOLEQUE, que recebeu o prêmio de melhor direção no festival CineTamoio 2016, no Rio de Janeiro, teve boa aceitação em festivais no Brasil (Cinefest Votorantim e CineJardim) e no mundo (festival Fecilbba na Argentina,  Wiper Fest e Los Angeles Cinefest nos EUA, Goldensun Shortfilm em Malta e Barcelona Planet Festival na Espanha).

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Inspirado no Chaves, uma das séries de maior sucesso da TV no mundo, MOLEQUE promete ser uma trilogia multimídia:

 

2016 - Filme "Moleque" 

2017 - HQ "Moleque - A Casa da Bruxa" (em breve)

2018 - Game "Moleque no Mundo Maluco"(data à confirmar) 

 
Lançado em 2016, o filme Moleque, que teve o nome inspirado no título original da série “El Chavo”, que é moleque no México, é um curta-metragem de 20 minutos que retrata um menino de rua de dez anos de idade, que vive atrás de comida. Um dia ele conhece Soneca, um vendedor de churros mais velho, que ao ver o garoto andando descalço, resolve dar um par de botas de presente para ele. Mas ao levar Moleque para a vila onde mora, Soneca passa maus bocados com as travessuras do menino. Assista abaixo:

Financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte e sem fins lucrativos, o filme
foi roteirizado e dirigido por Marcos Pena.

Em parceria com a produtora Guerrilha Filmes, o curta-metragem trouxe uma nova adaptação brasileira da série, que foi exibida no México na década de 1970. Além disso, o diretor quis incorporar uma visão realista da estória, com crianças atuando nos papéis principais, que foram interpretados originalmente por adultos na TV.

O cotidiano de uma vila de moradores de baixa renda, que vivem com muita luta e dificuldade, foi o pano de fundo para essa adaptação.

 

 

Repercussão do filme "Moleque" (clique nos links abaixo)

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O canal do youtube 'Operação Cinema' falou sobre o filme "Moleque" (clique no vídeo abaixo, a partir de 7:00)

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Jornalista com experiência em edição de texto e imagens para televisão. Roteirista, diretor e editor de projetos cinematográficos. Designer gráfico nas horas vagas. Mas o que mais gosto é escrever estórias fantásticas, para todos os públicos.

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